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Um novo livro online de Frithjof Schuon para o Natal

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Temos a alegria de, neste Natal, trazer ao leitor de língua portuguesa um livro de Frithjof Schuon que já se esgotou em papel, Raízes da Condição Humana, traduzido por nós, com ajuda de nossa filha Liana Becker Queiroz.

O livro começa com um belíssimo capítulo que explica o que é a inteligência. Outros capítulos discutem os limites da ciência, o conceito do Princípio Feminino supremo, o amor etc. Continuar lendo

O jagadguru de Kanchipuram e os sacramentos cristãos

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Jagadguru Chandrashekarendra Saraswati Swamigal

por Mateus Soares de Azevedo

Segundo a doutrina católica (e também da Igreja Ortodoxa), sete são os sacramentos (“signos visíveis de uma influência espiritual invisível”, segundo Santo Agostinho):

  1. Batismo
  2. Crisma (ou confirmação)
  3. Confissão (ou penitência)
  4. Eucaristia
  5. Matrimônio
  6. Ordenação sacerdotal
  7. Extrema-Unção (ou unção dos enfermos).

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Uma descrição do pacto iniciático sufi

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“Este rito, que tem inegável suporte na Escritura, é hoje a forma comum de se ligar a um mestre e à sua via espiritual. Ele re-efetua o pacto feito no começo dos tempos entre Deus e a humanidade (Alcorão, 7:172). De uma maneira mais tangível, este rito renova o compromisso contraído pelos Companheiros com o Profeta, em Hudaybiyya: Continuar lendo

A indiferença é a marca da Queda

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Tendo fechado ele próprio o seu acesso ao Céu e tendo repetido diversas vezes — e em marcos mais restritos — a queda inicial, o homem terminou por perder a intuição de tudo o que o supera e, junto a isso, ele se tornou inferior à sua própria natureza, pois só se pode ser plenamente homem por Deus, e a terra só é bela por sua ligação com o Céu. Mesmo se o homem ainda é crente, ele cada vez mais esquece o que a religião no fundo é: ele se espanta com as calamidades deste mundo, sem imaginar que elas podem ser graças, pois elas rasgam — como a morte — o véu da ilusão terrestre e permitem, assim, “morrer antes de morrer”, portanto, vencer a morte. Continuar lendo

As verdades irrefutáveis das imagens

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A ingenuidade de certos conceitos que na prática são dogmáticos se explica, por um lado, pelo simbolismo natural das coisas e, por outro, por uma sábia preocupação de proteção; pois, se a verdade tem por função, no fim das contas, divinizar o homem, ela não poderia ter ao mesmo tempo a função de desumanizá-lo. Por exemplo, ela não poder ter o objetivo de nos levar a entrar nos horrores do infinitamente grande, nem nos do infinitamente pequeno, como quer a ciência moderna; para chegar a Deus, temos o direito de permanecermos crianças, e a bem dizer não temos escolha, dados os limites de nossa natureza. Continuar lendo